O segredo da Busca é que não se acha.
Eternos mundos infinitamente,
Uns dentro de outros, sem cessar decorrem
Inúteis; Sóis, Deuses, Deus dos Deuses
Neles intercalados e perdidos
Nem a nós encontramos no infinito.
Tudo é sempre diverso, e sempre adiante
De [Deus] e Deuses; essa, a luz incerta
Da suprema verdade.
Primeiro Fausto
O. C., VI v., 1952, p. 79.
Fernando Pessoa - Poemas Ocultistas





















Fernando Pessoa…
o “menino” não pára????
ainda bem.
que existe o Bill…um “achado” que é tb um “achador” de todas as buscas.
inefáveis e incontornáveis.
beijo. Bill.
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piano
29th janeiro, 2008
Nossa amei esse texto do Fernando..
nany
15th fevereiro, 2008