Sofro, LÃdia, do medo do destino.
A leve pedra que um momento ergue
As lisas rodas do meu carro, aterra
Meu coração.
Tudo quanto me ameace de mudar-me
Para melhor que seja, odeio e fujo.
Deixem-me os deuses minha vida sempre
Sem renovar
Meus dias, mas que um passe e outro passe
Ficando eu sempre quase o mesmo, indo
Para a velhice como um dia entra
No anoitecer.





















adorei as poesias que levam o meu nome “LÃdia” eu ainda não sei porque usou tanto esse lindo para compor suas poesias (lÃricas?)mas,eu amei…
LÃdia
15th fevereiro, 2009